Um passo atrás, dois a frente, #vamooo!!!

Aeee, pela terceira vez (isso que eu me lembro), agora vai, blog novo gilgomes.com.br, feito em ruby on rails, la vou estar postando meus estudos e experiências adquiridas neste imenso mundo da computação

Endereço novo ainda em desenvolvimento, o que é bom pois da para dividir o desenvolvimento com vocês, e prometo que desta vez não vou abandonar meu endereço virtual ~o~ gilgomes.com.br

See ya there folks!!!

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Por onde ando || Novas velhas.

Fala galera, tudo tranquilo? Novas velhas? O principal objetivo deste blog é me expor profissionalmente, bom faz exatamente um mês, que eu consegui uma grande conquista, meu primeiro emprego ou melhor  estágio. Sim, a Giran me deu um voto de confiança e a chance de aprender e conviver com profissionais que amam o que fazem, em um ambiente prazeroso, que tem me motivado dia após dia, ao mesmo tempo me mostra pontos onde sou “fraco” ou melhor inexperiente, entendo que isso faz parte do processo de aprendizagem, é assim que um estágio deve ser, porém eu não consigo evitar a cobrança pessoal que tenho sobre meu desempenho, a vontade de fazer, de querer ajudar e participar vem esbarrando na inexperiência; apesar de que todo o time da Giran compreende minha posição de estagiário e esta sempre a disposição para ajudar, o que me deixa tranquilo.
Neste ultimo mês eu tenho acordado rindo sozinho, feliz e motivado para estudar, acordar e sair de casa feliz indo para o trabalho é um privilégio para poucos, e eu sou uma destas pessoas,  tenho aprendido muito sobre mim, sobre minha área de atuação e tenho tido muitas idéias de projetos, posts, etc – isto em um mês, imaginem daqui a seis -, minha mente esta uma loucura, minha disposição para estudar aumenta a cada dia com cada coisa nova aprendida, na mesma mediada o tempo diminui.
Sempre tentando evoluir como ser humano também, tenho que confessar que me embaralho bastante, que me enrolo com minha própria agenda, mas mesmo assim consigo tempo para parar e agradecer a Deus pois após dia estou começando à acreditar que isto tudo que esta acontecendo na minha vida é real.

É claro que eu não poderia esquecer de citar o time de qual faço parte dentro da Giran: Almir Mendes (@m3nd3s), André Tagliati (@tagliati), Andréia Mendes (@amendesdesign), Petros Symeonidis (@wisdomstoned), Tarsila Santiago (@tarsilasantiago) e Uriel Juliatti (@urieljuliatti), vocês são “firmezidade”.

Esta semana lembrei de uma apresentação que vi no slideShare e percebi que a Giran comprou a idéia do 40º mandamento. Só tenho a agradecer por isto. 47 mandamentos

Não posso terminar sem mandar um abraço para todos da Giran, então la vai: Afegos galera ^^.

E para finalizar (agora de verdade), sem mais delongas e enrolação, o que eu posso dizer é que sem demagogia: Meninos e meninas, crianças e “crainços” da Giran, quando eu crescer eu quero ser igual a vocês!!!

Até a próxima,

Gil.

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Projetos, Criando, Desenvolvendo e finalizando.

Meses atrás me vi envolvido numa discussão muito interessante que muitas pessoas ja passaram por ela uma ou mais vezes certamente: ˜Como ter experiência sem nunca ter trabalhado na vida?” ficou claro que para mim a melhor resposta desta pergunta é portfólio , com projetos pessoais que você vem desenvolvendo ou ira algum dia desenvolver.

Ao chegar nesta conclusão percebi  que não somente eu pensava desta maneira mas que estava do outro lado da “discussão”também. Assim tive a oportunidade de começar meu primeiro projeto, com um grande amigo; a Oficina da Are  durante muito tempo somente uma ideia, depois um projeto sem nome, chamada muitas vezes por mim de Casa da Arte, e até se tornar um nome convencional no meu dia-a-dia. E hoje como exemplo no post de hoje vou ctar bastante a Oficina.

Para se iniciar um projeto, primeiramente é nescessario uma ideia, por menor que seja o projeto, é nescessário uma idéia. Idéias para o que fazer e de aproveitar depois o que fazer, para que não se torne um projeto inutil ao seu término é necessário ter um propósito, um norte, mesmo que este norte esteja distante e muitas vezes desconhecido.

A escolha de um nome não foi lá das melhores, com reuniões em casa na praia e muitas decisões para ser tomada, como a de objetivo, público e equipe a ser montada, principais desafios a serem enfrentados, a Oficina da Arte começou a se tornar uma idéia madura, que estava dando um prazer de se trabalhar na criação desde o primeiro brain storm de idéia para logos e nome, passando pela responsabilidade de criar prazos e ser fiel a eles, trabalhar em  equipe etc. Sempre tentando simular um ambiente de trabalho.

Com toda a “estrutura” montada, é hora de começar a organizar a estrutura do projeto o que é a parte mais complicada, pois, não existe cliente, o cliente é você o que você deseja do sistema, que você esta inventando e não tem conhecimento suficiente para fazer um sisema de video locadora ou um site de fotos por exemplo

Tomada a decisão do que deve conter no seu projeto inicialmente, é hora de por a mão na massa, na Oficina demoramos bastante tempo para fechar, e por a mão na massa, por falta de conhecimento técnico que ainda estamos adquirindo :). Começado o projeto da Oficina começa a fase do “como”, “como faz isso”, ” como faz aquilo”, etc.
Com o passar do tempo o envolvimento com o projeto cresce abruptamente. e sem medo de ser feliz quando eu percebi a maior parte do meu dia pertencia a Oficina da Arte.

O “fim”do projeto…

Um grande problema de não ter um objetivo e cliente bem definido é  que de certa forma não existe fim para o projeto, a medida que você vai aprendendo, mas coisas começam a se tornar aparentemente “necessárias”, que na verdade não são nada necessárias ao projeto.

É difícil dizer adues a um projeto eu por exemplo estou enrolando para finalizar, a Oficina, pois é meu projeto principal e, e… e eu me recuso o finalizar, não agora quem sabe daqui um dois meses.

Práticas boas para realizar projetos for yourself

  • Defina data de termino.
  • Tenha mais de um objetivo para com o seu projeto.
  • Não se apegue ao resultado, projetos falham, mas te rendem muitas experiências.
  • Aproveite ao máximo o trabalho em equipe.
  • Estude! Não vale a pena ter milhares de projetos sem qualidade.
  • Arrisque, inove, pense. Fazer cópia de projeto dos outros é plágio e não portfólio.
  • Observe os melhores e tente ser melhor que eles; em qualquer lugar que você cair entre o ponto zero e ser o melhor, já esta de bom tamanho.
  • Aceite criticas e sugestões.
  • Faça uma coisa de cada vez. Não tente abraçar o mundo de uma vez só.

 

Por hoje é só pessoal.

Abraços e até a próxima,

Gil.

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Aplicações Plugáveis com Django.

Olá pessoas,

Como prometido no último post Projetos vs. Apps  vou lhes mostrar como tornar suas aplicações de um projeto plugáveis, e assim obedecer aquele conceito de DRY (Don’t repeat yourself) . 
Sem muita enrolação, até por que não é preciso pois o processo é bem simples.

1º Organização das URLs 

antes de mais nada eu aconselho que você organize seu arquivo urls.py da seguinte maneira:

separe as urls de acordo com a aplicação
ex:     galeria de imagens e noticias

# galeria
(r’^/galeria/‘,’views.all_albuns’),

(r’^/galeria/imagens’,’views.all_pics’),

#noticias

(r’^/noticias/‘, ‘noticias.views.all_news’),

(r’^/noticias/(?P<slug>[\w_-]+)’,’noticias.views.news’)

Com o código organizado fica mais fácil de vizualizar e mover nossas urls.

Percebam que minha url de noticias é antecedida de “noticia/”, assim como a de galeria é de “galeria/

2º includes

logo abaixo de #galeira adicione o seguinte código:

 (r’^galeria/’, include(‘galeria.urls’)),

abaixo de #noticias adicione o seguinte código:

 (r’^noticias/’, include(‘noticias.urls’)),

E por último mas não menos importante

3º criando o Urls.py de noticias e galeria

Não se esqueça dos imports tradicionais de quando se constrói um arquivo de urls. Crie um arquivo de url (urls.py) dentro da pasta da sua aplicação

noticias/urls.py

urlpatterns = patterns(‘noticias.views’,

# localhost/noticias

(r’^noticias/$’,all_news’),
#localhost/noticias/slug
(r’^noticias/(?P<slug>[\w_-]+)/$’, ‘noticia’),
)

Perceba que as urls deste arquivo são as mesmas do arquivo de urls do projeto, logo volte ao arquivo de urls do projeto e remova as urls de lá deixando somente  “(r’^noticias/’, include(‘noticias.urls’)),” , ou seja copie do arquivo (urls.py) do projeto para o arquiv (urls.py) da aplicação, lembrando de deixar somente o include. Faça o mesmo com a galeria.

Assim o arquivo de url deve ficar da seguinte forma:

(r’^galeria/’, include(‘galeria.urls’)),

(r’^noticias/’, include(‘noticias.urls’)),

para adicionar suas aplicações a outros projetos, basta adicionar estes “includes” no urls.py do projeto.

No github existe vários repositórios com algumas aplicações plugáveis e úteis, pronto para serem usadas, faça o mesmo com as suas divide-as com o mundo, assim todos crescemos juntos e sem ficar reescrevendo linhas e linhas de código, sem falar que fica muito simples de fazer manutenção de apps desacopladas de projetos.

Por hoje é só, e até a próxima,

Gil.

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Projetos vs Apps.

Estava pensando acoplamento de aplicações, e “passando o olho” rapidamente pela documentação Django me deparei com os seguintes comentários:

Qual a diferença entre um projeto e uma app? Uma app é uma aplicação web que faz algo -e.g., um sistema Weblog, um banco de dados de registros públicos ou uma simples app de enquete. Um projeto é uma coleção de configurações e app para um web site em particular. Um projeto pode conter várias apps, Uma app pode estar em vários projetos.

Suas apps podem “viver” em qualquer lugar do seu Path Python.

Filosofia

Um modelo é único, definitivo fonte de dados de seus dados. Ele contém contém os campos essenciais e suas características de dados que você esta armazenando. Django segue o principio de DRY. O objetivo é definir seus dados em um lugar e automaticamente derivar coisas dele.

Apps Django são “plugáveis”: Você pode usar uma app em múltiplos projetos, e você pode distribuir apps, pois elas não tem que estar a uma determinada instalação Django.

Logo Ter um projeto com pequenas aplicações se torna muito mais vantajoso do que ter um projeto com aplicações muito grandes. Não me recordo onde li uma certa vez que se a descrição da sua aplicação ocupa mais de uma linha, ela deve ser quebrada em pequenas aplicações. Pode parecer não ter importância mas com o passar do tempo você possuirá varias apps que automatizaram seu trabalho.

No próximo post mostrarei como tornar sua aplicação plugável, mas por hoje é só.

Abraço e até a próxima,
Gil.

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Dojo – Ruby

Fala pessoal,

Nesta quinta-feira 09/02 participei de um dojo numa empresa de desenvolvimento, e aqui estou para compartilhar com vocês essa experiência que a propósito foi muito legal apesar de eu ter apanhando para o teclado do Mac :D.

Antes de mais nada uma breve explicação sobre o que é um dojo

De acordo com o site DojoPuzzles.com dojo nada mais é que um encontro onde um grupo de programadores de vários níveis de conhecimento se reúne para treinar, em um ambiente inclusivo e colaborativo boas técnicas e metodologias de desenvolvimento de software através da solução de um pequeno desafio de programação.

O problema:

FizzBuzz

Neste problema, você deverá exibir uma lista de 1 a 100, um em cada linha, com as seguintes exceções:

  • Números divisíveis por 3 deve aparecer como ‘Fizz’ ao invés do número;
  • Números divisíveis por 5 devem aparecer como ‘Buzz’ ao invés do número;
  • Números divisíveis por 3 e 5 devem aparecer como ‘FizzBuzz’ ao invés do número’.

definição de dojo e problemas para dojo você pode encontrar aqui

Ruby

A linguagem Ruby foi escolhida pois a empresa trabalha com esta linguagem.
De acordo com a Wikipedia Ruby é uma linguagem de programação interpretada multiparadigma, de tipagem dinâmica e forte, com gerenciamento de memória automático, originalmente planejada e desenvolvida no Japão em 1995, por Yukihiro “Matz” Matsumoto, para ser usada como linguagem de script. Matz queria uma linguagem de script que fosse mais poderosa do que Perl, e mais orientada a objetos do que Python.
___

Minha opinião: Se você ja tem um pouco de lógica de programação, você não terá muitas dificuldades se iniciar em Ruby, eu diria que Ruby tem uma curva de aprendizado muito semelhante ao Python: em “J”, e por esta razão é gostosa de se aprender. Apesar de não ter explorado a linguagem, fiquei com uma boa impressão.

Resolução:

Como eu nunca tinha programado em ruby na minha vida, só sabia fazer um “Hello Word”, chamar uma função, criar uma classes, coisas simples, o problema foi bem simples, e a resolução não poderia ser diferente.
Em um ambiente orientado a testes, o dojo foi resolvido por 4 pessoas, e posteriormente um quinto elemento se juntou a nós.
Não vou “codar” aqui, pois não tenho o código exato de como ficou o dojo, e se eu postar algo diferente aqui estaria mentindo.

O que fizemos basicamente foi criar nossa classe FizzBuzz e dentro dela um método para verificar se o número era divisível de resto zero por 3 por 5 e por ambos.
Primeiramente foi usado alguns “ifs” e “elses” e dentro de cada um retornavamos fizz, buzz ou fizzbuzz conforme o número.
Ao termino do problemas refatoramos o problema usando a ideia dada pelo quinto elemento que citei acima.
Se o numero fosse divisível por 3 ou 5 era criada uma String vazia, que se o número for passado for divisível por 3 adiciona “Fizz” a string e se por 5 for, é adicionado a string “Buzz” se ele for divisível pelos dois retornamos a string concatenada com “FizzBuzz”.

Conclusão

Dojos são muito divertidos, programar é sensacional e eu só tenho a agradecer ao pessoal que entendeu que eu não saco de Ruby (ainda) e escolheu um probleminha simples, que me renderam uma boa hora numa quinta feira.

Por hoje é só,
Abraços e volte sempe ;)
Gil.

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Formalidades

Boa Tarde, venho por meio desta informar ao(s) senhor(es) que a partir da presente data vinte e seis(26) dias do mês de Janeiro(01) do ano de dois mil e doze(2012)…

Opa opa, calma ai né! Entendo que formalidades são necessariedades da comunicação em um ambiente de trabalho, principalmente quando se vai falar com superiores.
Mas tamanha formalidade em um ambiente de trabalho pode diminuir a produtividade e comodidade de funcionários, que são a principal ferramenta de uma empresa.
Alguns dias atrás estava num escritório de advocacia, e pude perceber que até mesmo lá um ambiente onde a linguagem formal é usada a cada documento redigido a cada ligação, as pessoas se tratavam de forma mais informal, o dono do escritório fazendo brincadeiras com seu estagiário e falando seriamente quando necessário.

Com certeza os empregados daquele escritório desempenham seu trabalho com mais tranquilidade, o que não significa com menos seriedade. É irrefutável que um ambiente descontraído anima o funcionário a desempenhar seu papel mas tranquilamente, sem medo de arriscar e expor idéias.

Não quero que ninguém saia por ai falando: “E ai boss, tranquilo meu camarada?”, obviamente não é esse o ponto em que quero chegar, hierarquias existem e devem ser respeitadas é claro. Sou a favor da humanização do ambiente de trabalho, não da bagunça!

O que é mais confortável, expor suas idéias a um chefe que você nunca viu dando um sorriso ou expor essas mesmas idéias a uma pessoa que esta sorrindo conversando com seus funcionários de igual para igual? Até mesmo um companheiro de equipe a quem você apresentaria um projeto? Qual a possibilidade daquele companheiro de equipe que nunca sorri, não conversa com todos, olhar para seu projeto e sorrir falar que gostou e te chamar para discuti-lo mas afundo?

Agora coloque isso num ambiente de funcionários de TI, que tem prazos curtos, grande exigência do cliente que ás vezes deseja que o computador leia sua mente e realize todas as tarefas que deveriam ser feitas por ele com um simples clique no mouse. Ou aquela plataforma, que não funciona, o erro de sintaxe que ninguém encontra, etc.

Trabalhar com TI em geral é muito prazeroso, programar então nem se fale :-), desde que estas tarefas sejam desempenhadas num ambiente propício para isso.

Nunca passei por essa situação de ter um ambiente carregado, afinal estou buscando um emprego, e ficaria muito contente de passar longe de um ambiente desses.

Então fica combinado, aqui no blog nada de linguagem muito formal ok? Nada “vc”, “ngm” e outros vícios de msn é claro, mas vou tentar transpor a linguagem que uso no meu dia a dia, afinal o objetivo do blog não é me expor?!

___

E para não passar em branco sem programação  no post de hoje de uma olhada numa siege que estou preparando, para a minha volta as aulas na faculdade.
Introduction to Django in 15 minutes or less.

Por hoje é só, abraço

Gil.

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